Meus amigos e seguidores,
Um VOTO (5***** perto do título, nas estrelas do lado direito), para um mundo melhor para as nossas gerações futuras! Pelo fim da tortura! ;) Obrigada
Touros: uma tradição com “cultura” e “amor”
terça-feira, 29 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Peregrinação: Quando a fé tem o rosto de um caminho...
O acto de peregrinação (caminhar “para” ou “por algo”), como expressão máxima da fé e da espiritualidade, assume-se como uma força transcendente na relação humana com o sobrenatural e na sua consequente materialização. Veja aqui, como a fé pode estar num caminho...
http://todosjuntos.info/peregrinacao-quando-a-fe-tem-o-rosto-de-um-caminho-87/#.UmUyZXCkrEU
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Alguma vez apanhou uma bebedeira de emoções?
Artigo subordinado às nossas emoções, aos nossos sentidos, a tudo o que nos faz humanos.
"Orgulhosamente sós"
Artigo sobre o nosso PATRIMÓNIO CULTURAL PORTUGUÊS.
Visitem o link, deixem a vossa opinião, partilhem...
Obrigada
Tempos de escravatura...
Caríssimos,
Eu sei, eu sei que tenho andado arredada, mas não tenho, apenas camuflada!
Deixo-vos 3 artigos, da minha autoria, que estão a ser publicados em Blogs (não são meus, mas de dois jornalistas portugueses). Espero que gostem, que leiam, que se inquietem como eu me inquieto, que PARTILHEM, publicitem na vossa rede de amigos (face, email, etc). Deixem o vosso testemunho nos referidos Blogs!
O "palco" é vosso! Podem levar o que aqui é partilhado!
Obrigada aos que me lêem :)
http://passaotempo.info/bebedeira-de-emocoes-nunca-abdique-delas-51/http://ensinar.info/tempos-de-escravatura-a-de-ontem-e-a-de-hoje-36/#.UlxWEFP7U4N
Eu sei, eu sei que tenho andado arredada, mas não tenho, apenas camuflada!
Deixo-vos 3 artigos, da minha autoria, que estão a ser publicados em Blogs (não são meus, mas de dois jornalistas portugueses). Espero que gostem, que leiam, que se inquietem como eu me inquieto, que PARTILHEM, publicitem na vossa rede de amigos (face, email, etc). Deixem o vosso testemunho nos referidos Blogs!
O "palco" é vosso! Podem levar o que aqui é partilhado!
Obrigada aos que me lêem :)
http://passaotempo.info/bebedeira-de-emocoes-nunca-abdique-delas-51/http://ensinar.info/tempos-de-escravatura-a-de-ontem-e-a-de-hoje-36/#.UlxWEFP7U4Nsexta-feira, 1 de março de 2013
Holocausto nazi (Shoá) - Memória e Vida (ESETN)
Caríssimos,
"Quem sobreviveu não consegue explicá-lo,
Quem não o viveu não consegue compreendê-lo,
Quem viveu ali não consegue sair
Quem não o viveu, nunca poderá entrar." Elie Wiesel
Volvidos alguns meses da "viagem a outro mundo", eis que surge a oportunidade de reviver emoções, imagens e sensações, na Escola Superior de Educação (ESETN). Inserida na Semana da Cultura, que decorreu entre os dias 18 e 22 de fevereiro de 2012 na ESETN, a exposição: Holocausto Nazi (Shoá) - Memória e Vida, foi apenas o mote para o rol de atividades com quais a comunidade educativa foi presenteada. Os ouvintes estiveram atentos, comentaram e comoveram-se. Obrigada a todos pela presença.
Recordar para nunca mais esquecer!
27 de Janeiro
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto Nazi
"Quem sobreviveu não consegue explicá-lo,
Quem não o viveu não consegue compreendê-lo,
Quem viveu ali não consegue sair
Quem não o viveu, nunca poderá entrar." Elie Wiesel
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Uma noite com ATLAS
No Teatro Virgínia, Ana Borralho e João Galante, do Festival Materiais Diversos, devolveram a ATLAS a penosa tarefa de suportar os céus aos ombros e a nós, aos participantes desta aventura imaginária, a vontade de caminhar e de elevar a voz por um novo amanhã, na qual o palco se fundiu com a vida real.
Um grito de alerta nos dias de hoje, uma manifestação de palco no seu maior esplendor.
Obrigada aos que estiveram presentes!
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Uma viagem a outro mundo (Israel, Agosto de 2012)
Uma viagem a outro
mundo
Agosto, 2012
Realizei uma viagem a outro mundo
para saber como era esse outro mundo. Comigo levava expectativas, vontades,
desejo de saber e ver aquilo que não sabia e que nunca tinha visto. Voltei de
mãos cheias e com a alma a transbordar, vi e ouvi tudo o que havia para ver e
ouvir, e chorei, como quem perde um ente querido numa sombra de angústia e
desolação. Levou algum tempo para me recompor, para trazer de volta o eu que
foi para lá. Percebi, mais tarde, que esse eu que foi nunca mais voltou, não
mais existe...
Ouvi o que nunca deveria ser
ouvido, vi o que os meus olhos nunca deveriam ter visto, uma trança de cabelo
de uma criança que nunca mais cuidou dela; livros que os seus donos nunca mais
desfolharam; sapatos de gente que nunca mais os calçou; roupa de quem nunca
mais a vestiu; brinquedos de quem nunca mais pode brincar; sonhos que nunca se
chegaram a realizar; sorrisos registados em fotografias de pessoas que nunca
mais voltaram a sorrir; vagões de comboios preparados para entrar nos matadouros
que transportaram gente que nunca deveria ter lá entrado; braços tatuados com
números que queimam o corpo e a alma; nomes de crianças que desapareceram
deixando rastos de cinza e que nunca mais me sairão da memória; depoimentos de
gente que viu, sentiu e viveu os horrores dum inferno inconcebível e que hoje
são os grandes testemunhos de vida e de coragem.
E o que fazer com esses dias? Que
fazer com tudo o que trazia dentro de mim? Já não há volta a dar. A cicatriz é
muito grande, as certezas também! Vim cheia de certezas!
A certeza de que é preciso nunca
esquecer – 6 milhões de pessoas barbaramente assassinadas.
A certeza de que é preciso
divulgar os seus rostos, nomes e idades. A certeza de que houve Shoá, nos seus
múltiplos lados negros e que nunca mais poderá voltar! A certeza de que é
preciso dar no meu mundo, uma casa, um lugar, um nome eterno a cada um que
nunca deverá apagar-se…
Enquanto a minha memória
perdurar, “espalharei por toda a parte, se assim me ajudar o engenho e a arte”,
que em tempos houve homens, mulheres e crianças que viveram a Shoá, que grande
parte desses homens, mulheres e crianças sofreram tudo o que havia para sofrer,
uns resignados outros nem tanto, e que esse sofrimento deverá ficar registado
em cada pedra, em cada alma, em cada mundo para que nunca mais seja esquecido.
Assim como não deverá ser esquecido, o sonho de cada um e a verdade nele
contida. E que nem todos esses homens, mulheres e crianças pereceram no
Holocausto e por isso hoje são reflexo de amor e coragem, são raízes que
cresceram e fizeram nascer vida. Por isso, a minha lembrança é amor, é cuidar,
é relembrar, é enaltecer.
Vim com a certeza de que depois
da morte houve vida e com a dúvida para qual nunca mais encontrarei resposta:
“Como foi humanamente possível? Como?!”
Bem hajam... a todos os que me acompanharam nesta jornada.
SChainho
terça-feira, 3 de julho de 2012
Por terras ribatejanas: Chamusca, terra de cultura...
Caríssimos,
Para quem já me conhece, não será com certeza surpresa, dizer-vos que termino mais uma etapa com sentimento de dever cumprido. Este ano, a passagem fez-se por essa grande terra, bem no centro do nosso país, a CHAMUSCA, terra com cheiro a cultura, onde esse animal fantástico que é o cavalo, marca sem dúvida a sua presença de forma forte e vigorante.
Para além das relações interpessoais efetuadas e a entrega a um percurso cheio de novidades e surpresas, deixo-vos com algumas das atividades nas quais participei e empreendi e que trouxeram a motivação aos alunos envolvidos, nesse palco fantástico que é a ESCOLA.
A todos os que me ajudaram a cumprir mais este caminho, aos meus alunos acima de tudo, aos meus colegas de trabalho que souberam reconhecer o que de melhor há em mim, aos membros da direção, aos colegas e amigos (Rosa, Isabel, Regina, João... João, lá deixei o papelinho num cantinho daquele Muro, longe, longe daqui...) pela alegria e cumplicidade, aos funcionários que me brindaram com o seu bom humor, profissionalismo e atenção, aos colegas de PIEF, pela força que depositam nesse projeto tão avassalador e gratificante - o PIEF - e por ajudarem a concretizar muitas destas atividades, o meu
Para quem já me conhece, não será com certeza surpresa, dizer-vos que termino mais uma etapa com sentimento de dever cumprido. Este ano, a passagem fez-se por essa grande terra, bem no centro do nosso país, a CHAMUSCA, terra com cheiro a cultura, onde esse animal fantástico que é o cavalo, marca sem dúvida a sua presença de forma forte e vigorante.
Para além das relações interpessoais efetuadas e a entrega a um percurso cheio de novidades e surpresas, deixo-vos com algumas das atividades nas quais participei e empreendi e que trouxeram a motivação aos alunos envolvidos, nesse palco fantástico que é a ESCOLA.
A todos os que me ajudaram a cumprir mais este caminho, aos meus alunos acima de tudo, aos meus colegas de trabalho que souberam reconhecer o que de melhor há em mim, aos membros da direção, aos colegas e amigos (Rosa, Isabel, Regina, João... João, lá deixei o papelinho num cantinho daquele Muro, longe, longe daqui...) pela alegria e cumplicidade, aos funcionários que me brindaram com o seu bom humor, profissionalismo e atenção, aos colegas de PIEF, pela força que depositam nesse projeto tão avassalador e gratificante - o PIEF - e por ajudarem a concretizar muitas destas atividades, o meu
MUITO OBRIGADA E BEM HAJAM!
Até sempre!
Uma das primeiras atividades - a árvore de Natal.
Que
dor de cabeça me deu a fazer esta, parece quase um bolo de chocolate...
a direção gosto, comprou-a!!! (Obrigada à Leonor e à Maria pela
colaboração e dedicação, pelas horas incansáveis quando o desespero já
apertava...)
Estas queridas, alunas do 6.º E e 6.º B dedicaram-se de corpo e alma ao Infante D. Henrique (ele merece!),
As horas na Biblioteca valeram a pena! Só não perdeu quem não veio para a "festa!"
Estão de Parabéns!
E que fazer no período de férias da Páscoa?! Nada como um belo castelo, relembrando outras épocas e outros valores! Meninos e meninas dos 5.º anos estão de parabéns! Os alunos ficaram mais artistas e a escola mais rica!!! Belo trabalho!
O NAMORO NO SÉCULO XVIII/XIX
Se pensam que namorar nesta época era como hoje, enganam-se!
Os alunos PIEF e os alunos de 6.º ano sabem bem que não!
Belo trabalho pessoal!
"E depois do adeus", e depois... chegou o 25 DE ABRIL!
Vivam os alunos PIEF que, em colaboração com os alunos do 6.º ano e 9.º anos (Colega Rosa Caeiro)
realizaram este singelo cartaz, que foi realizado com muito empenho e carinho!
A distribuição de cravos também não correu nada mal!
E por fim, um teatro tão desejado e requisitado pelos alunos do 5.º D.
Estiveram à altura quando contaram aos pais e EE como nasceu Portugal.
A lição ficou estudada! Muito bem!
A DT Isabel com os seu pupilos.
Sem ela, nada disto teria sido possível...
E por fim, após tanto trabalho...
Um convívio merecido! Humm, Sandrina as saladas estavam divinas!
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